Regularização
Abandonei meu CNPJ, e agora?
Publicado pela PJ Park
Abandonar o CNPJ raramente é uma decisão. É o que sobra quando o negócio para e não há dinheiro, tempo ou cabeça para resolver o resto. Meses depois vem a dúvida que traz muita gente até aqui: o que fazer agora que já passou tanto tempo?
A resposta curta é que dá para resolver, e quase sempre custa menos do que a pessoa imagina. A resposta longa tem quatro passos, nesta ordem.
1. Descobrir o tamanho real do problema
Antes de qualquer coisa, é preciso saber o que existe: quais declarações estão em atraso, se há débito federal, previdenciário ou de FGTS, qual é a situação na Junta Comercial, no estado e no município. Sem esse levantamento, qualquer plano é chute.
Na PJ Park essa análise é gratuita e sem compromisso. O resultado é seu mesmo que você decida seguir com outro escritório.
2. Parar a sangria
Enquanto as declarações não são entregues, o passivo cresce sozinho. Entregar o atraso, mesmo zerado, interrompe a contagem e costuma ser a parte mais barata do processo.
3. Negociar o que virou dívida
Multa e tributo em aberto quase sempre podem ser parcelados. Não existe mágica aqui: a dívida não some, mas cabe em um plano de pagamento, e sair da inadimplência destrava certidão, financiamento e o CPF do sócio.
4. Decidir o destino da empresa
Com o quadro na mão, a decisão fica objetiva:
- Estacionar, se existe chance de voltar a operar ou se você prefere não decidir agora. A empresa fica parada e regular por R$ 69,90 por mês
- Encerrar, se a página está virada. A baixa tem preço fechado, definido depois da análise, e cobre distrato, Junta Comercial, Receita, estado e município
O pior cenário é o terceiro: deixar como está. É o único que continua cobrando de você todo mês sem entregar nada em troca.
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